Site da ABPA

27/05/2013

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Queridos colegas

Comunicamos, com alegria, que a Associação Brasileira de Psicólogos Antroposóficos (ABPA) foi juridicamente constituída em 10 de junho de 2011 e teve sua solenidade de fundação em 28 de julho durante o X Congresso Brasileiro de Medicina Antroposófica em Belo Horizonte.

Este momento é o resultado de muitos outros, do esforço e dedicação de muitas pessoas.

Agradecemos especialmente a Gudrum Burkhard, Wili Kenzler e Rudolf Lanz pelo apoio inicial e a muitos outros que se seguiram.

 Por que a ABPA agora?

Os acontecimentos dos últimos anos, descritos nos outros textos deste blog (consulte!), nos levaram a concluir que este é o momento.

Recebemos do último presidente da Associação Diadorim os documentos relativos a ela, para que nossa história possa fluir a partir de suas raízes e da memória preservada.

A ABPA tem por finalidade representar e apoiar os psicólogos envolvidos com a pesquisa e a prática profissional embasadas na Antroposofia em todas as áreas de atuação em que estejam presentes: pedagogia, clínica (psicoterapia), das terapias artísticas, do desenvolvimento humano, do trabalho, hospitalar, etc.

 Seus principais objetivos são:

  • Contribuir para o desenvolvimento da identidade profissional do psicólogo antroposófico.
  • Estabelecer critérios éticos e técnicos para as práticas de psicólogos antroposóficos e para cursos de formação.
  • Fomentar a formação continuada dos profissionais psicólogos, promovendo fóruns, congressos e outras atividades.
  • Promover o diálogo transdisciplinar com outras áreas de atuação profissional.
  • Representar o Brasil no departamento de psicoterapia da seção médica do Goetheanum.
  • Apresentar e representar a Psicologia Antroposófica no meio profissional, acadêmico e institucional (conselhos de psicologia, ministério da saúde, etc).
  • Informar, através de site, aos interessados, o nome dos profissionais associados.

Quem é o psicólogo antroposófico?

Este é um momento pioneiro em nossa organização. Portanto, será aceito durante os próximos dois anos como sócio efetivo da ABPA aquele:

  • Formado nos 5 anos de curso de psicologia.
  • Inscrito no CRP.
  • Com formação básica antroposófica (seminário pedagógico, ecosocial, adigo, ABMA, euritmia, terapia artística, formação biográfica, quirofonética, extra lesson, pedagogia terapêutica, Faculdade Santa Casa, cantoterapia e casos especiais.

As duas primeiras gestões têm a tarefa de estabelecer critérios de formação nas diversas áreas (clínica, organizacional, escolar, etc), reconhecer ou não cursos existentes ou solicitar complementações.

A partir daí, poderão ser atribuídas “especializações” aos membros e a admissão de novos participantes passará, gradativamente, a obedecer a outros critérios.

A ABPA não será responsável por cursos de formação para que seja garantida a liberdade de iniciativas pedagógicas e para que se mantenha a isenção no processo de certificação e reconhecimento dos cursos. No futuro, participantes da diretoria não deverão estar ligados diretamente a cursos de formação.

As eleições ocorrerão a cada 2 anos, realizadas pelo voto direto, secreto e facultativo, com valor igual para todos os associados quites com suas obrigações associativas e obedecerão ao critério de maioria simples, sendo válidas qualquer que seja o número de votantes.

Esperamos que nossa ação seja o reflexo de uma necessidade de todos os psicólogos que trabalham a partir da Antroposofia. Se isto for verdadeiro, esta associação florescerá a partir da alegria de realizar o que precisa ser feito.

Esperamos ainda que ela venha a ser a casa de todos nós. Lançamos as fundações. A construção dependerá do esforço de muitos. E a vida que a habitará vai depender da participação ativa e do sentimento de responsabilidade de cada um dos sócios.

Cordialmente,

Adelina Rennó

Diretora presidente

Enderêço ABPA

20/09/2011

Rua Otávio Tarquínio de Souza 1064

Campo Belo   CEP 04613-003    São Paulo / SP

Fones : (11) 5542-7727    (11) 5531-9891

email : associacao.abpa@gmail.com

 

Em 2004 criou-se o GIPA (grupo de incentivo à psicoterapia antroposófica), que conta com 35 membros, formados no curso de aprofundamento.

O GIPA criou uma comissão de oficialização composto por Ney Álvares e Adelina Rennó. Elaborou-se, com a colaboração de Jorge Hosomi e apoio da Fundação Mahle, um dossiê que descreve a psicologia antroposófica e elenca as teses acadêmicas no Brasil e a pesquisa existente, que foi entregue ao Conselho Regional de Psicologia (CRP) em 2009.

A partir disso seguiram-se várias reuniões com conselheiros do CRP. Adelina participou do grupo de trabalho do CRP denominado práticas integrativas e complementares: desafios para a psicologia, que elaborou diretrizes para o VII Congresso Nacional de Psicologia (CNP). O CNP representa a instância máxima de deliberação na estrutura dos conselhos regionais e federal de psicologia. As teses aprovadas orientarão a atuação de todo o sistema conselhos nos próximos três anos (2011-2013). Através de psicólogos de Minas Gerais, Paraná e São Paulo conseguiu-se aprovação da diretriz sobre Psicologia Antroposófica nos Congressos Regionais desses estados. Nesse documento ela se coloca como linha emergente e prática integrativa e complementar que requer mais espaços institucionais para se apresentar.

A diretriz chegou ao Congresso Nacional em Brasília. Embora, da redação final do documento tenha saído a menção explícita à Psicologia Antroposófica, a tese foi aprovada e, para os próximos três anos, torna-se obrigação do CFP e dos CRPs :

Fomentar, na categoria dos psicólogos, fóruns de discussão, seminários e eventos sobre práticas integrativas e complementares e demais áreas emergentes da Psicologia.

Gestões com a União Latino-Americana de Entidades de Psicologia (Ulapsi) no sentido de promover intercâmbio e divulgação das áreas emergentes da Psicologia e das Práticas Integrativas e Complementares.

VII Congresso Nacional de Psicologia (CNP), 2010

Esses fatos evidenciam a necessidade de uma organização mais efetiva desses profissionais para que no futuro se possam estabelecer critérios éticos/técnicos para as práticas e as formações; criar espaço crítico/clareza do que é Psicologia Antroposófica; fomentar a formação continuada dos profissionais; congregar os profissionais psicólogos atuantes nas diversas áreas da Antroposofia; contribuir para o desenvolvimento da identidade e visibilidade do psicólogo antroposófico; desenvolver o diálogo transdisciplinar; promover fóruns, congressos, debates.

No âmbito externo à Antroposofia é necessário o processo de apresentação da Psicologia Antroposófica no meio profissional (CFP, etc.) e acadêmico; desenvolver o diálogo transdisciplinar; participar de fóruns, congressos e representar a Psicologia Antroposófica perante CRP, Ministério da Saúde e outros.

Ao núcleo do GIPA de São Paulo juntaram-se outros psicólogos que tem se reunido regularmente para organizar a criação da Associação Brasileira de Psicólogos Antroposóficos (ABPA) que pretende congregar os psicólogos antroposóficos atuantes não só na psicoterapia ou psicologia clínica, mas também os que atuam na consultoria empresarial, nas artes, na educação e na área social.
Pretendemos fundar a ABPA em 28 de julho de 2011, durante o Congresso Brasileiro de Medicina Antroposófica, em Belo Horizonte.

Esperamos, com isso, que esse campo de conhecimento se torne mais conhecido em benefício dos que dele necessitam.